POEMA AO MAR
Não sei porque é que as ondas são tão brancas
Não sei porque é que o mar é tão azul
Tão azul e tão vasto.
Dizem que é vasto!
Por entre dois penhascos
Eu só vejo um campo azul,
Estreito e muito comprido
Às riscas brancas, como um pijama
Ou o tecido de colchão antigo
E é molhado
E frio
Barurento
E zangado
E isto eu sei,
Que molha
É refrescante,
Barulhento e zangado.
Salgado também
Isso eu sei,
Porque me salpica, me refresca e não pára de fazer barulho!
E quando quero refrescar os lábios ... sinto-lhe o sal
E brilha ao sol. Quando o sol brilha.
E continua barulhento quando o sol se põe
E continua zangado quando este nasce e o pretende aquecer.
Talvez seja por isso!
Praia da Murração - 2016 ?
sábado, 18 de agosto de 2018
terça-feira, 14 de agosto de 2018
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
QUE TERRA ÉS TU
________, que terra és tu
Que aprisionas os teus naturais
E ofereces a liberdade aos forasteiros
Aqueles não se libertam
Dos teus tentáculos
Estes, oferecem-se
Livremente,
A ti
Tornam-te mais bela e produtiva.
Quantos dos primeiros definham e fenessem!
Quantos dos segundos progridem e prosperam!
Que maldição paira sobre uns
Que benção os outros encontram!
Julho 2016
________, que terra és tu
Que aprisionas os teus naturais
E ofereces a liberdade aos forasteiros
Aqueles não se libertam
Dos teus tentáculos
Estes, oferecem-se
Livremente,
A ti
Tornam-te mais bela e produtiva.
Quantos dos primeiros definham e fenessem!
Quantos dos segundos progridem e prosperam!
Que maldição paira sobre uns
Que benção os outros encontram!
Julho 2016
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