terça-feira, 14 de janeiro de 2020

A dança tranquila dos bramidos do mar ao fundo
Uma chuva difusa esbate os contornos do caminho

Apetece-me uma chávena de chá
E sinto saudades dos acordes da tua guitarra

A noite traz-me o cheiro da maresia
E por entre os relâmpagos que me incendeiam
Vejo a tua silhueta, como se as forças da natureza
Me quisessem acalmar a nostalgia
Num desmedido espectáculo de folhas
Soltas com letra e acordes
Que o vento forte teima em trazer
De encontro ao vidro da janela
Onde me prosto a iluminar o teu caminho sem regresso

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