terça-feira, 21 de novembro de 2017
domingo, 19 de novembro de 2017
sábado, 18 de novembro de 2017
Acho que a minha vida é um "laguinho", onde vivo num barquito e cujas águas não sei o que escondem.
Por vezes aborreço-me com a calmaria e outras vezes sou "abanada" pelas "coisas" que se escondem naquelas águas de aparência tranquila.
Umas vezes os "abanões" são bons, outras vezes não, outras são apenas engraçados ou divertidos ou apenas diferentes.
Essas "coisas", umas boas outras não, vêm à superfície e saltam, outras apenas afloram, outras ainda sei que lá estão.
Já tantas vezes morri!
Já tantas vezes morri!
Sim, porque se isto não é morrer
viver é que não é.
Não é por mágoa, desconsolo
será físico ou emocional
não sei.
Sentir os limites físicos
estar no limite do psíquico
desconhecer se a barreira para o outro lado
é ténue como parece.
Retornar a uma vida
onde o estímulo para viver é nulo,
chega a ser vergonhoso
ter pernas para andar
braços para trabalhar
e cabeça para pensar
só em inutilidades inúteis!
E nada fazer
por não poder,
ou não querer?
Não sei
se posso
ou se quero.
Quando ? há vários anos
sexta-feira, 17 de novembro de 2017
quinta-feira, 16 de novembro de 2017
terça-feira, 14 de novembro de 2017
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
sábado, 11 de novembro de 2017
Escolher ou não o caminho
Um país pode ser a nossa casa
A nossa casa pode ser o nosso país
A prisão pode ser a nossa casa
Ou o nosso coração a prisão
Se vejo dois caminhos
Fico especada e não sigo
Como podem dois caminhos
Tornar-se a peia de alguém
É o que me pergunto
Enquanto estagno
No pântano da indecisão
Qualquer que seja a escolha
Será sempre a errada; e está escrito.
Pior que escolher o caminho errado
É ficar parada, a mirrar no mesmo lugar
Sujeita aos empurrões
Dos que querem o caminho desimpedido
E percorrer o escolhido
sexta-feira, 20 de outubro de 2017
terça-feira, 17 de outubro de 2017
Blogger: Uma vida quase perdida - Criar mensagem
Mas ... passados sete anos desde que criei este blog, por força de uma formação em contexto de algo ligado a literatura, ou pelo menos a leitura, em que tal criação foi necessária, aqui ficou ele. Sem vida, é verdade ... mas ficou.
Já que ainda aqui está, e porque encontrei, por acaso (por acaso ?) meia folha de papel com um pretenso poema, que por acaso (por acaso ??) datei de 2004.06.17, e antes que deixe de ser visto como é habitual com os papéis que escrevinho e que esqueço onde coloco, e passe ao "não me lembrava de ter escrito isto", quando porventura o volte a encontrar, hipoteticamente, daqui a três anos e quatro meses, decidi fazer a transcrição:
MELHOR DO Q
Melhor do que chorar por não saber
É aprender
Melhor do que não saber o que fazer
É fazer
Melhor do que lembrar o passado
É viver
Melhor do que temer os problemas
É resolver
Melhor do que lutar contra
É aceitar
Melhor do que fugir do medo
É enfrentar
Melhor do que falar de amor
É amar